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Descrição
As empresas ganham consciência de que os seus activos físicos (equipamentos e instalações), resultantes de enormes investimentos financeiros, devem ser melhor rentabilizados (aumento da vida útil e minimização dos custos dos ciclos de vida) e surgiu uma nova designação - a de gestão de activos físicos - para consubstanciar esta perspectiva integrada operacional e estratégica. Esta nova abordagem força os gestores operacionais a adquirir maiores competências para poderem justificar, em linguagem compreensível pela gestão de topo, quer a razoabilidade dos seus custos operacionais decorrentes da adopção das políticas de manutenção mais adequadas, quer os investimentos em melhorias de fiabilidade e de disponibilidade. As circunstâncias para aceitar decisões fundamentadas empiricamente estão a desaparecer. Em seu lugar, está a surgir a obrigatoriedade de decisões fundamentadas cientificamente.
Esta obra actualiza e amplia a obra anterior Apoio à Decisão em Gestão da Manutenção com muitos mais exemplos, a perspectiva financeira dos investimentos e o controlo do desempenho da gestão de equipamentos. Esta obra interessa a todos os Engenheiros que ambicionem ascender a Gestores de Activos Físicos ou a estudantes de Engenharia, que se preparam para tal, e pode apoiar a leccionação de uma cadeira em dois semestres de cursos de Engenharia Industrial, Mecânica e Electrotécnica.
TAMBÉM DISPONÍVEL:
• Organização e Gestão da Manutenção
• Gestão da Produção
• Gestão da Manutenção
• Balanced Scorecard para PME e Pequenas e Médias Instituições - 5ª Edição
• Gestão de Operações
• Pensamento Lean - a Filosofia das organizações Vencedoras
• Qualidade na Produção
• Gestão e Manutenção de Equipamentos, Instalações e Edifícios
Conteúdos
▪ Introdução à Fiabilidade
▪ Mediação da Fiabilidade
▪ Distribuições de Probabilidade
▪ Fiabilidade de Sistemas
▪ Manutibilidade e Manutenção
▪ Gestão de Materiais de Manutenção
▪ Custo do Ciclo de Vida (Lyfe Cycles Cost)
▪ Avaliação do Desempenho da Gestão de Equipamentos
▪ Referências Documentais
Público Alvo
• Técnicos e Engenheiros responsáveis pela Produção, pela Manutenção ou pela Segurança
• Estudantes e Professores dos cursos de Engenharia - sobretudo Gestão e Engenharia Industrial
O(s) Autor(es)
Rui Assis
Doutorado em Engenharia Mecânica pelo IST. É Professor convidado da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Lusófona. É consultor de empresas e formador em economia operacional, fiabilidade e manutibilidade. Autor de seis livros em temas de gestão e de software de apoio à decisão implementado em grandes empresas nacionais. Foi quadro e gestor de várias empresas industriais e uma de capital de risco. Foi oficial maquinista naval na Marinha Mercante.
Índice
Top
Prefácio
XI
Nota Introdutória
XIII
Introdução
EFICÁCIA E CONFIABILIDADE
1
Capítulo 1
INTRODUÇÃO À FIABILIDADE
5
1.1 Definição de Fiabilidade
6
1.2 Naturezas de Falha
8
1.3 Causas de Falha
1.3.1 Erros de projecto
1.3.2 Má selecção de material
1.3.3 Defeitos de fabrico
1.3.4 Manutenção inadequada (ou omissa)
1.3.5 Sobrecargas em serviço
1.3.6 Condições de ambiente imprevistas
1.4 Fiabilidade Intrínseca e Extrínseca
1.5 Requisitos de Fiabilidade
1.6 Análise de Risco de Falha (hazzard analysis)
1.7 Análise de Modos e Efeitos de Falha (AMEF)
1.8 Análise de Árvores de Falha (AAF ou FTA)
1.9 Árvore de Acontecimentos (AA)
1.10 Ciclo de Vida de um Órgão
1.11 Etapas da Fiabilidade
1.12 RCM (Reliability Centered Maintenance)
1.13 Sistemas Reparáveis e Não Reparáveis
1.14 Fiabilidade Humana
1.15 RAMS (Reliability, Availability, Maintainability and Safety)
1.16 Eficiência Operacional de um Equipamento
Capítulo 2
MEDIÇÃO DA FIABILIDADE
2.1 Medição Empírica da Fiabilidade
2.2 Cálculo da Fiabilidade
2.2.1 Função densidade de probabilidade de falha
2.2.2 Taxa instantânea de falhas
2.2.3 Função geral de fiabilidade
2.2.4 Tempo médio de vida (ou entre) falha(s)
2.3 Curva de Mortalidade (ou de Sobrevivência)
2.3.1 Período de infância
2.3.2 Período de vida útil
2.3.2.1 Taxa média de falhas
2.3.2.2 Teste de Laplace
2.3.2.3 Processo de Poisson homogéneo
2.3.2.4 Taxa de falhas equivalente
2.3.3 Período de degradação (ou de envelhecimento)
2.3.3.1 Resultado de um estudo
2.4 Fiabilidade de Missão
2.5 Disponibilidade
2.6 Normas em Fiabilidade
Capítulo 3
DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE
3.1 Tratamento em Frequência de Dados
3.2 Informação Censurada
3.3 Funções Estatísticas mais Usadas na Representação da Vida Esperada
3.3.1 Função de Weibull
3.3.2 Função Exponencial negativa
3.3.3 Função Normal
3.3.4 Normal logarítmica (LogNormal)
3.4 Estimativa dos Parâmetros das Distribuições a Partir de Dados Empíricos
Capítulo 4
FIABILIDADE DE SISTEMAS
4.1 Composições de Fiabilidade
4.2 Sistema de Componentes em Série
4.2.1 Sistema série não reparável
4.2.2 Sistema série reparável
4.3 Sistema de Componentes em Paralelo
4.3.1 Redundância activa total (sistema não reparável)
4.3.2 Redundância activa parcial (sistema não reparável)
4.3.3 Sistemas com repartição de carga
4.4 Sistema de Componentes em Paralelo Passivo
4.4.1 Sistema não reparável com redundâncias passivas
4.4.2 Sistema reparável com redundâncias passivas
4.5 Sistemas Série-Paralelo (sistemas não reparáveis)
4.5.1 Sistemas complexos (sistemas não reparáveis)
Capítulo 5
MANUTIBILIDADE E MANUTENÇÃO
5.1 Manutibilidade
5.1.1 Tempo médio de manutenção curativa
5.1.2 Outros tempos médios
5.1.3 Disponibilidade
5.1.4 Normas sobre Manutibilidade
5.1.5 Manutibilidade é prevenção e organização
5.2 Manutenção
5.2.1 Contagem do tempo em exploração
5.2.2 Intervalo de manutenção preventiva sistemática
5.2.3 Intervalo entre inspecções
5.2.3.1 Degradação monitorizada online ou offline
5.2.3.2 Monitorização offline e intervalo P-F
5.2.3.3 Monitorização offline e janelas (in)seguras
5.2.4 Prémios (bónus e multas) em empreitadas
5.3 Casos em Manutenção
Caso RESISTÊNCIA
Caso QUARTZO
Caso PREVENTIVA OU CURATIVA?
Caso COMPRESSOR
Caso TRAVÕES
Caso TUBOS
Apêndice - Factores de restauro
Capítulo 6
GESTÃO DE MATERIAIS DE MANUTENÇÃO
6.1 Introdução
6.2 Modelos de Reposição para Stock
6.3 Factores a Considerar num Modelo
6.3.1 A procura
6.3.2 Os custos
6.3.2.1 Quantidade económica de encomenda
6.3.2.2 Quantidade económica de encomenda no caso de existência de descontos de quantidade
6.3.3 O tempo
6.4 Modelo de Revisão Contínua
6.5 Modelo de Revisão Periódica
6.6 Stocks de Segurança
6.6.1 Nível de serviço
6.7 Stock de Segurança quando D é Variável e L é Fixo
6.7.1 No caso da revisão contínua (modelo Q)
6.7.2 No caso da revisão periódica (modelo P)
6.7.3 Des(centralização) de armazéns
6.8 Stock de Segurança quando D e L são Variáveis
6.9 Sazonalidade e sua Influência na Gestão
6.10 Modelo de Necessidades Líquidas (ou MRP)
6.10.1 Programação dinâmica
6.11 Procura de Peças de Reserva (reduzida, irregular e imprevisível)
6.11.1 Probabilidade de cumprimento de uma missão
6.11.2 Cálculo da quantidade de sobressalentes
6.11.3 Distribuição de probabilidade Binomial
6.11.4 Procura de componentes que falham antes da substituição preventiva
6.12 Previsão da Procura de Médio/Longo Prazo
6.13 Manter ou Não um Sobressalente?
6.14 Desempenho de um Sistema de Gestão de Stocks
6.15 Equipamentos de Reserva
6.16 Casos em Gestão de Materiais
Caso PREVENTIVA OU CURATIVA?
Caso VEDANTES
Caso COMPONENTES OU ROTÁVEIS?
Capítulo 7
CUSTO DO CICLO DE VIDA (Life Cycle Cost)
7.1 Custo do Ciclo de Vida
7.1.1 Previsão de custos
7.1.2 Custos de Oportunidade
7.1.3 Estimação do custo do investimento
7.2 Avaliação Económica de Alternativas
7.2.1 Comparação de alternativas
7.2.2 Período de retorno (payback)
7.3 Avaliação Financeira de Investimentos
7.3.1 Vida económica de um equipamento
7.4 Pontos de Indiferença
7.5 Custo Mínimo
7.6 Variação do Valor de um Equipamento ao Longo do seu Ciclo de Vida
7.6.1 Enquadramento
7.6.2 Método de depreciação proposto
7.6.2.1 Período de depreciação
7.6.2.2 Valor a depreciar
7.6.2.3 Valor residual
7.6.2.4 Aplicabilidade do método
7.6.2.5 Rendas variáveis
7.7 Casos em Custo do Ciclo de Vida
Caso SOBRESSALENTE - Adquirir ou não?
Caso EMPILHADOR - Vida económica de um equipamento
Caso DIAGNÓSTICO - Cenários alternativos e sensibilidade à TMR
Caso PERFURADORA - Qual a melhor alternativa?
Capítulo 8
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA GESTÃO DE EQUIPAMENTOS
8.1 Introdução
8.2 Controlo Básico de Indicadores de F&M
8.3 Modelos de Previsão do Valor de um Indicador
8.3.1 Estabilidade e resposta de uma previsão
8.3.2 Erro de uma previsão
8.3.2.1 Método de regressão linear
8.3.2.2 Método de alisamento exponencial
8.4 Estrutura Hierárquica de Indicadores
8.4.1 Controlo de gestão por objectivos
8.4.2 Controlo de estruturas matriciais
8.4.3 O Activity Based Costing (ABC)
8.4.4 O Balanced ScoreCard
8.4.4.1 Dimensão financeira
8.4.4.2 Dimensão dos clientes
8.4.4.3 Dimensão dos processos internos
8.4.4.4 Dimensão de desenvolvimento organizacional
8.4.5 Avaliação multi-objectivo do mérito
8.4.5.1 Construção de uma hierarquia
8.4.5.2 Normalização
8.4.5.3 Matriz de comparação dois a dois
8.4.5.4 Cálculo dos pesos dos elementos da matriz
8.5 Análise do Desempenho de um Equipamento
8.5.1 Desempenho dos equipamentos
8.5.2 Estrutura de objectivos
8.5.2.1 Objectivo Melhorar a disponibilidade operacional
8.5.2.2 Objectivo Melhorar a previsibilidade
8.5.2.3 Objectivo Melhorar a segurança
8.5.2.4 Objectivo Melhorar a eficiência
8.5.2.5 Métricas do desempenho de um equipamento
8.5.3 Variação métrica-mérito
8.5.4 Priorização de objectivos
8.5.5 Priorização de medidas de melhoria
ANEXOS
I - Intervalo de Confiança da Taxa de Falhas l
II - Conceitos em Avaliação de Projectos de Investimento
III - Factores de Conversão Financeira
IV - Rentabilidade de Projectos de Investimento
V - Métodos de Amortização
VI - Técnicas Básicas de Simulação
VII - Desempenho de um Sistema de Gestão de Stocks
VIII - Método das Observações Instantâneas
IX - Sistemas Redundantes Reparáveis
X - Sistemas Poisson Não Homogéneos
REFERÊNCIAS DOCUMENTAIS
ÍNDICE REMISSIVO
APLICAÇÕES EM EXCEL (disponíveis no site: www.lidel.pt)
Capítulo 2
Distribuição Exponencial
Ensaio interruptores
Esperança de vida
Simulador falhas
Teste Laplace
Capítulo 3
Ajustamento Weibull-Bernard
Distribuição Log-Normal
Distribuição Normal
Distribuição Weibull
Probabilidade condicional
Capítulo 4
Simulador standby reparável
Simulador standby não-reparável
Simulador série 3
Simulador série 6
Tabela verdade
Capítulo 5
Análise frequência
Calendário inspecções
Caso Compressor
Caso Quartzo
Caso Resistência
Linha produção
MP óptima
Capítulo 6
Descontos quantidade
Distribuição Binomial
Distribuição Poisson
Equipamento standby
Gestão (des)centralizada
Modelos reposição
MRP Compras
Simulador gestão peças reserva
Simulador procura ferramentas
Simulador modos falha
Simulador procura peças
Capítulo 7
Caso Diagnóstico
Caso Empilhador
Caso Perfuradora
Caso Sobressalente
Depreciação rendas
Evolução estrutura custos
Factores conversão
Overhaul_1
Overhaul_2
Payback
Preços correntes constantes
Previsão custos
Reparar ou substituir
Capítulo 8
Controlo alisamento exponencial
Controlo regressão linear
Priorização_MHM
Tendência médias móveis
Anexos
Amortizações
Análise ABC
Horário observações
Observações instantâneas
Aplicações
= = = = = = = = = =
NÚMERO DE PÁGINAS:560
FORMATO: 17,0 x 24,0 cm
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