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DESCRIÇÃO
O acesso contínuo e permanente aos Sistemas de Informação e à própria Informação tornou-se vital. A disponibilidade, segurança, fiabilidade e o acesso atempado à informação são factores fulcrais para o normal funcionamento de uma organização. À medida que as novas necessidades de negócio impõem novos requisitos, surge também uma nova e emergente necessidade metodológica na criação de um paradigma de Gestão da Continuidade que integre politicas, procedimentos, auditorias, processos de validação, bem como, considere a protecção do investimento. O presente livro foi desenvolvido de modo a providenciar uma metodologia para a elaboração detalhada de um Plano de Disaster Recovery com base numa visão global da organização, permitindo desta forma uma sólida Gestão da Continuidade. O livro desenvolve de forma clara e precisa o tema do Business Continuity, o Disaster Recovery, arquitecturas em Clusters Disaster Tolerant, além de abordar e tecer considerações sobre as várias componentes aplicacionais integradas nos distintos ambientes críticos.
PRINCIPAIS TÓPICOS
- Metodologia de Gestão da Continuidade;
- Funções e Responsabilidades;
- Equipas de Recuperação;
- Benefícios para a Organização;
- Factores Críticos na Gestão de uma Solução Disaster Tolerant;
- Factores Críticos de Sucesso na Protecção da Informação;
- Os Objectivos de Replicação da Informação;
- Automatização das Funções Aplicacionais;
- Desenvolvimento Aplicacional para os Ambientes Críticos;
- Redução da Indisponibilidade Aplicacional.
PÚBLICO ALVO
O público-alvo desta obra encontra-se não só entre os CEOs, e CIOs das organizações contemporâneas, mas também entre todos os profissionais de IT, gestores e administradores, sendo desta forma uma obra de referência na vertente de Sistemas de Informação, informática e gestão.
O(S) AUTOR(ES)
António Serrano
Professor Catedrático do Departamento de Gestão da Universidade de Évora, exercendo actualmente as funções de Director do Programa de doutoramento em Sistemas de Informação. Desempenha, em acumulação de funções com a Universidade, o cargo de Presidente do Conselho de Administração do Hospital do Espírito Santo, em Évora.
Nuno Jardim
Mestre em Organização e Sistemas de Informação pela Universidade de Évora, com dissertação na área de Gestão da Continuidade e Disaster Recovery; Licenciado em Sistemas de Informação com especialização em criptografia da informação. Desempenha funções de account support manager na Hewlett-Packard (HP) na área da gestão de clientes com requisitos mission critical.
ÍNDICE TOPO
1 INTRODUÇÃO
1.1 A sociedade de informação e a turbulência organizacional
1.2 Avaliando a necessidade de uma Gestão da Continuidade
2 GESTÃO DA CONTINUIDADE
2.1 Âmbito e impacto
2.1.1 O planeamento marca a diferença
2.1.2 Requisitos de um Plano de Recuperação
2.1.3 Modelos na Recuperação de um Desastre
2.2 Relação entre processos ITSM
2.3 Metodologia de Gestão da Continuidade
2.3.1 Apoio da Administração
2.3.2 Condução de uma Análise de Riscos e Prevenção de Desastres
2.3.3 Condução de uma Análise de Impacto no Negócio
2.3.4 Determinação das Opções para Sites Redundantes
2.3.5 Equipas de Recuperação de Desastres
2.3.6 Desenho e Desenvolvimento do Plano de Disaster Recovery
2.3.7 Definição do Processamento Alternativo para as Funções Críticas
2.3.8 Formação em Recuperação de Desastres e na Continuidade
2.3.9 Ensaios do Plano de Recuperação de Desastres e de Continuidade
2.3.10 Manutenção e Revisão do Plano de Recuperação de Desastres
2.4 Políticas de Gestão da Continuidade
2.5 Funções e Responsabilidades
2.5.1 Gestor da Continuidade
2.5.2 Coordenador da Recuperação
2.6 Equipas de Recuperação
2.6.1 Equipa de Recuperação das Instalações
2.6.2 Equipas de Administração
2.6.3 Equipas de Recuperação de Sistemas
2.6.4 Equipa de Recuperação de Comunicações Dados e Voz
2.6.5 Equipa de Recuperação e Comunicação com os Utilizadores
2.6.6 Equipa de Controlo de Informação
2.6.7 Equipa de Recuperação de Aplicações
3 GESTÃO DA INFORMAÇÃO E CONTINUIDADE
3.1 Benefícios para a Organização
3.2 Arquitecturas Disaster Tolerant
3.2.1 Clusters locais
3.2.2 Extended Campus Clusters
3.2.3 Metropolitan Clusters
3.2.4 Continental Clusters
3.3 Factores Críticos na Gestão de uma Solução Disaster Tolerant
3.3.1 A Necessidade de Protecção da Informação
3.3.2 Redundância versus Custos
3.3.3 Eliminação dos Pontos de Falha e Tempos de Paragem
3.4 Factores Críticos de Sucesso na Protecção da Informação
3.4.1 A informação recurso estratégico da organização
3.4.2 Processos de Gestão da informação
3.4.2.1 Identificação das necessidades de informação
3.4.2.2 Aquisicão de informação
3.4.2.3 Organização e armazenamento da informação
3.4.2.4 Desenvolvimento de produtos e serviços de informação
3.4.2.5 Distribuição da informação
3.4.2.6 A Utilização da informação
3.4.3 Informação para apoio à decisão
3.4.4 Sistemas de Controlo Interno
3.5 Os Objectivos de Replicação da Informação
3.5.1 Replicação da Informação em Modo Síncrono
3.5.2 Replicação da Informação em Modo Assíncrono
3.5.3 Largura de Banda e Latência
4 GESTÃO APLICACIONAL EM AMBIENTES CRÍTICOS
4.1 Âmbito para o Desenho de Funções Aplicacionais Críticas
4.2 Automatização das Funções Aplicacionais
4.2.1 Protecção dos Utilizadores contra Potenciais Problemas
4.2.2 Definição dos Procedimentos Startup e Shutdown
4.3 Controlo de Velocidade no Failover Aplicacional
4.3.1 Avaliação da Utilização de Raw Devices, Online JFS ou VXVM
4.3.2 Métodos para Minimizar a Perda de Informação
4.3.3 Transacções Restartable e Checkpoints
4.3.4 Sites com Informação Replicada e Múltiplos Servidores
4.4 Desenvolvimento Aplicacional para os Ambientes Críticos
4.5 Restabelecimento das Ligações após um Failover Aplicacional
4.6 Gestão de Falhas Aplicacionais
4.6.1 Criação de Aplicações Tolerantes a Falhas
4.6.2 Monitorização das Aplicações
4.7 Redução da Indisponibilidade Aplicacional
4.7.1 Utilização de Rolling Upgrades
4.7.2 Modificação no Formato da Informação entre Versões Aplicacionais
4.7.3 Reconfiguração Online das Aplicações
5 CONCLUSÃO
5.1 Conclusões Gerais
Glossário
Referências Bibliográficas
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