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Descrição
Desde que em 2000 foi publicada a primeira edição deste livro muito mudou nas tecnologias de redes informáticas. A nova edição deste livro , a “referência em português” nestas matérias, apresenta o estado-da-arte incluindo agora novas aplicações, extensa abordagem da arquitectura TCP/IP, novas normas de cablagem a nível nacional e internacional, tecnologias de redes com e sem fios, novas plataformas para gestão de redes, actuais equipamentos de comutação, interligação e segurança e, por fim, novos exemplos de planeamento e projecto de redes – sempre de uma perspectiva prática, fundamentada por actividade real de engenharia.
Principais Tópicos
Ao longo do livro são abordados, entre outros, os seguintes temas:
* Caracterização das aplicações telemáticas (cliente-servidor, P2P, elásticas, inelásticas)
* Arquitecturas protocolares, com ênfase na arquitectura TCP/IP
* Cablagem de redes informáticas (normas, componentes, fabricantes, instalação e testes)
* Novas tecnologias de redes, com e sem fios
* Gestão de redes (arquitecturas, plataformas e ferramentas de gestão de redes)
* Segurança em redes com e sem fios
* Equipamentos de comunicação (hubs, switchs, routers, etc.)
* Planeamento e projecto de redes informáticas, com exemplos de aplicação.
Público-Alvo
Estudantes de licenciatura, mestrado e pós-graduação, em disciplinas nas áreas de Redes de Computadores, Transmissão de Dados e Engenharia de Redes Informáticas.
Profissionais com responsabilidades nos processos de planeamento, projectos, instalação e administração de redes informáticas em organizações industriais, empresas de serviços ou na administração pública.
O(s) Autor(es)
Edmundo Monteiro
Professor Associado com Agregação no Departamento de Engenharia Informática (DEI) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Possui mais de 25 anos de experiência de investigação e de indústria nas áreas da Informática, Sistemas de Informação, Telecomunicações, Redes de Computadores, Redes Móveis e Segurança Informática, tendo estado envolvido em numerosos projectos de investigação nacionais e europeus e na orientação de estudantes de mestrado, doutoramento e pós-doutoramento. É autor e co-autor de 9 patentes internacionais e mais de 200 trabalhos publicados a nível nacional e internacional. É membro da Ordem dos Engenheiros e do Institute of Electrical and Electronics Engineers.
Fernando Boavida
Professor Catedrático do Departamento de Engenharia Informática (DEI) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e Director Estratégico para as Tecnologias da Informação e Comunicação da mesma Universidade. Possui uma extensa experiência de ensino, investigação e engenharia nas áreas da Informática, Redes e Protocolos de Comunicação, Planeamento e Projecto de Redes, Redes Móveis e Redes de Sensores. É membro da Ordem dos Engenheiros e do Institute of Electrical and Electronics Engineers. É também co-autor do livro Administração de Redes Informáticas publicado pela FCA.
Índice
CAP. 1 - INTRODUÇÃO
1.1 Redes Informáticas
1.1.1 Perspectiva de evolução
1.1.2 Tipos de redes
1.1.3 Componentes
1.2 Actividades de normalização
1.2.1 Internacional
1.2.1.1 ISO
1.2.1.2 Internet Society
1.2.1.3 ITU
1.2.1.4 IEC
1.2.2 Regional
1.2.3 Nacional
1.2.3.1 ANSI
1.2.3.2 Organismos nacionais de normalização na Europa
1.2.3.3 SA e NZS
1.2.4 Sectorial
1.2.4.1 IEEE
1.2.4.2 EIA e TIA
1.2.4.3 ECMA
1.3 Organização do presente texto
CAP. 2 - APLICAÇÕES TELEMÁTICAS
2.1 Introdução
2.1.1 O que é uma aplicação?
2.1.2 Classificação das aplicações
2.1.2.1 Cliente-servidor versus P2P
2.1.2.2 Aplicações elásticas e inelásticas
2.1.2.3 Aplicações de utilizador e de suporte
2.2 Correio electrónico
2.3 Transferência de ficheiros
2.4 WWW
2.5 Voz sobre IP
2.6 Videoconferência
2.6.1 Normas para sistemas de videoconferência
2.6.2 Recomendação H.323 da ITU-T
2.7 Televisão sobre IP
2.8 Aplicações Peer-to-Peer
2.8.1 Partilha de ficheiros
2.8.2 VoD e televisão
2.8.3 Voz sobre IP
2.9 Computação GRID e CLOUD
2.10 Aplicações de suporte
2.10.1 DNS
2.10.2 Gestão de redes
2.11 Outras aplicações
2.12 Necessidades das aplicações
2.12.1 Débito binário
2.12.2 Atraso de trânsito
2.12.3 Taxa de erros
2.12.4 Qualidade de serviço
2.12.5 Caracterização das aplicações
2.13 Conclusão
Bibliografia
CAP. 3 - ARQUITECTURAS
3.1 Introdução
3.2 O modelo de referência OSI
3.2.1 Visão geral
3.2.2 Conceitos
3.2.2.1 Camadas, entidades e serviços
3.2.2.2 Protocolos
3.2.2.3 Unidades de dados
3.2.2.4 Modos de comunicação
3.2.2.5 Qualidade de serviço
3.3 Arquitectura TCP/IP
3.3.1 Breve história da Internet
3.3.2 Arquitectura protocolar
3.3.2.1 Nível de acesso à rede
3.3.2.2 Nível de rede
3.3.2.3 Nível de transporte
3.3.2.4 Nível de aplicação
3.3.3 Endereçamento
3.3.3.1 Endereçamento IPv4
3.3.3.2 Endereçamento IPv6
3.3.3.3 Obtenção de endereços IP
3.3.4 Encaminhamento
3.3.4.1 Princípios de encaminhamento
3.3.4.2 Encaminhamento estático
3.3.4.3 Encaminhamento dinâmico
3.3.4.4 Arquitectura de encaminhamento na Internet
3.3.4.5 Cálculo de caminhos
3.3.4.6 Tabelas de encaminhamento
3.3.4.7 Tipos de protocolos de encaminhamento
3.3.4.8 Routing Information Protocol
3.3.4.9 Open Shortest Path First
3.3.4.10 Border Gateway Protocol
3.3.5 Protocolos de transporte
3.3.5.1 Transmission Control Protocol
3.3.5.2 User Datagram Protocol
3.3.5.3 Real-time Transport Protocol
3.3.5.4 Stream Control Transmission Protocol
3.3.6 Serviço de nomeação
3.3.7 Qualidade de serviço
3.3.7.1 Integrated Services
3.3.7.2 Differentiated Services
3.3.8 Mobilidade
3.4 Conclusão
Bibliografia
CAP. 4 - CABLAGEM
4.1 Introdução
4.2 Topologias
4.2.1 Topologia de cablagem e topologia de rede
4.3 Meios físicos de transmissão
4.3.1 Condutores metálicos
4.3.1.1 Linhas de condutores aéreos
4.3.1.2 Cabos simples
4.3.1.3 Cabos de pares entrançados
4.3.1.4 Cabos coaxiais
4.3.2 Fibras ópticas
4.3.2.1 Fibra óptica multimodo
4.3.2.2 Fibra óptica monomodo
4.3.3 Meios sem fios
4.3.3.1 Ligações em micro-ondas
4.3.3.2 Ligações rádio
4.3.3.3 Ligações em infra-vermelhos
4.3.3.4 Ligações laser
4.3.4 Caracterização dos meios de transmissão
4.4 Cablagem estruturada
4.4.1 Normalização
4.4.1.1 Norma ANSI/TIA-568
4.4.1.2 Norma ISO/IEC 11801
4.4.1.3 Normas EN 50173 e EN 50174
4.4.1.4 Manual ITED
4.4.2 Estrutura
4.4.2.1 Elementos funcionais
4.4.2.2 Subsistemas de cablagem
4.4.2.3 Arquitectura óptica centralizada
4.4.2.4 Interfaces com o sistema de cablagem
4.4.3 Especificações
4.4.3.1 Cabos recomendados
4.4.3.2 Comprimentos máximos
4.4.3.3 Classes de ligações
4.4.4 Dimensionamento
4.5 Componentes da cablagem estruturada
4.5.1 Cabos de cobre
4.5.1.1 Características eléctricas
4.5.1.2 Características mecânicas
4.5.1.3 Que cabo de cobre escolher
4.5.2 Cabos de fibra óptica
4.5.2.1 Características ópticas
4.5.2.2 Características mecânicas
4.5.2.3 Que fibra óptica escolher
4.5.3 Equipamento de interligação para cabos de cobre
4.5.3.1 Conectores
4.5.3.2 Tomadas, painéis e chicotes
4.5.4 Equipamento de interligação de fibra óptica
4.5.4.1 Conectores
4.5.4.2 Tomadas, painéis e chicotes
4.5.5 Distribuidores
4.5.5.1 Componentes
4.5.5.2 Dimensões
4.5.5.3 Configuração
4.6 Instalação, teste e administração
4.6.1 Instalação
4.6.1.1 Zonas técnicas
4.6.1.2 Distribuidores
4.6.1.3 Cablagem de cobre
4.6.1.4 Tomadas e painéis
4.6.1.5 Tratamento das blindagens
4.6.2 Teste e certificação
4.6.3 Administração
4.7 Conclusão
Bibliografia
CAP. 5 - TECNOLOGIAS
5.1 Introdução
5.2 Classificação
5.3 Ethernet (IEEE 802.3)
5.3.1 Ethernet (10 Mbps)
5.3.2 Fast Ethernet (100 Mbps)
5.3.3 Gigabit Ethernet (1 Gbps)
5.3.4 10-Gigabit Ethernet (10 Gbps)
5.3.5 100-Gigabit Ethernet (100 Gbps)
5.4 Wi-Fi (IEEE 802.11)
5.4.1 Aspectos gerais
5.4.2 Nível físico
5.4.3 Sub-nível MAC
5.4.4 Desenvolvimentos recentes
5.5 Multi-Protocol Label Switching
5.5.1 Características gerais
5.5.2 Funcionamento básico
5.5.3 Etiquetas
5.5.4 GMPLS
5.6 Hierarquia Digital Síncrona
5.6.1 Características gerais
5.6.1.1 Hierarquia e módulos de transporte
5.7 Wavelength Division Multiplexing
5.8 Redes celulares
5.8.1 GSM
5.8.2 UMTS
5.9 Redes de satélites
5.10 Tecnologias de redes de acesso
5.10.1 Digital Subscriber Line
5.10.2 HFC / cable modem
5.10.3 WiMax
5.10.4 Redes ópticas de subscritor
5.11 Bluetooth
5.12 Conclusão
Bibliografia
CAP. 6 - GESTÃO DE REDES
6.1 Introdução
6.2 Funções de gestão
6.2.1 Gestão de falhas
6.2.2 Gestão de configuração
6.2.3 Gestão de contabilização
6.2.4 Gestão de desempenho
6.2.5 Gestão da segurança
6.3 Modelos e paradigmas para gestão de redes
6.3.1 Arquitectura de gestão OSI
6.3.1.1 Modelo de informação
6.3.1.2 Modelo organizacional
6.3.1.3 Modelo de comunicação
6.3.1.4 Modelo funcional
6.3.2 Enquadramento de gestão da Internet
6.3.2.1 Modelo de informação
6.3.2.2 Modelo de comunicação
6.3.3 Gestão de redes de telecomunicações
6.3.4 Gestão de redes baseada em Web
6.3.5 Gestão de redes baseada em políticas
6.4 Plataformas para gestão de redes
6.4.1 Critérios de selecção de plataformas de gestão
6.4.1.1 Funcionalidade
6.4.1.2 Extensibilidade
6.4.1.3 Abertura
6.4.1.4 Segurança
6.4.1.5 Actualização tenológica
6.4.1.6 Aplicações
6.4.1.7 Custo
6.4.2 Plataformas comerciais
6.4.2.1 HP Software & Solutions
6.4.2.2 Tivoli NetView
6.4.2.3 System Center Configuration Manager
6.4.3 Plataformas open source
6.4.3.1 MUNIN
6.4.3.2 Big Sister
6.4.3.3 Zabbix
6.4.3.4 MRTG e RRDTool
6.4.3.5 NAGIOS
6.4.4 Ferramentas de sistema
6.5 Conclusão
Bibliografia
CAP. 7 - SEGURANÇA
7.1 Introdução
7.1.1 Conceitos básicos
7.1.1.1 Aspectos de segurança
7.1.1.2 Mecanismos de segurança
7.1.2 Necessidades de segurança
7.1.3 Nível de segurança
7.1.4 Políticas de segurança
7.2 Encriptação
7.2.1 Encriptação simétrica
7.2.2 Encriptação assimétrica
7.2.3 Gestão de chaves
7.2.3.1 Distribuição de chaves secretas
7.2.3.2 Distribuição de chaves públicas
7.3 Autenticação, autorização e contabilização
7.3.1 Componentes de sistemas de AAA
7.3.2 Protocolos de AAA
7.3.2.1 Protocolos para autenticação de utilizadores
7.3.2.2 TACACS+
7.3.2.3 RADIUS
7.3.2.4 LDAP
7.3.3 KERBEROS
7.3.4 Shibboleth
7.4 Segurança no modelo de comunicação
7.4.1 Segurança no meio físico e na camada física
7.4.2 Segurança na camada de ligação de dados
7.4.2.1 Redes locais
7.4.2.2 Ligações comutadas (dial-in)
7.4.2.3 Ligações dedicadas
7.4.3 Segurança nas camadas de rede e de transporte
7.4.3.1 Tipos de ataques
7.4.3.2 Arquitectura IPSec
7.4.3.3 Secure Socket Layer
7.4.4 Segurança na camada de aplicação
7.4.4.1 Certificados X.509
7.4.4.2 Transacções electrónicas seguras
7.4.4.3 Ferramentas de auditoria
7.5 Segurança em redes sem fios
7.5.1 WEP
7.5.1.1 Mecanismo de autenticação
7.5.1.2 Mecanismo de encriptação
7.5.1.3 Fragilidades
7.5.2 IEEE 802.11i e IEEE 802.1X
7.5.2.1 Hierarquia de chaves
7.5.2.2 Fases do protocolo
7.6 Firewalls
7.6.1 Características desejáveis dos firewalls
7.6.2 Arquitecturas de acesso usando firewalls
7.6.3 Tipos de firewalls
7.6.4 Limitações dos firewalls
7.7 Redes privadas virtuais
7.7.1 O que são e para que servem
7.7.2 Benefícios da utilização de VPN
7.7.3 Critérios para escolha de soluções VPN
7.7.4 Tipos de soluções para VPN
7.7.5 Tecnologias para implementação de VPN
7.8 Conclusão
Bibliografia
CAP. 8 - EQUIPAMENTOS
8.1 Introdução
8.1.1 Tipos de equipamentos
8.1.2 Pegada ecológica dos equipamentos
8.2 Equipamentos de acesso a redes
8.2.1 Placas de interface com a rede
8.2.2 Modems
8.2.3 Concentradores (hubs)
8.2.4 Comutadores de nível 2 (L2 switchs)
8.2.4.1 Funcionamento geral
8.2.4.2 Cut-through ou store-and-forward
8.2.4.3 Redes locais virtuais
8.2.4.4 Spanning tree
8.2.4.5 Configurações
8.2.5 Pontos de acesso a redes sem fios
8.2.6 Pontos de acesso a redes em malha
8.3 Equipamentos de interligação de redes
8.3.1 Encaminhadores (routers)
8.3.1.1 Tipos de routers
8.3.1.2 Configurações
8.3.2 Comutadores multi-camada (multi-layer switchs)
8.3.3 Gateways
8.4 Equipamentos de segurança
8.4.1 Firewalls
8.4.1.1 Tipos e funções dos firewalls
8.4.1.2 Configurações
8.4.2 Concentradores de VPN
8.4.2.1 Tipos de concentradores de VPN
8.4.2.2 Configurações
8.5 Equipamentos de diagnóstico e teste
8.5.1 Testes de cablagem
8.5.1.1 Teste de Cablagem de cobre
8.5.1.2 Teste de cablagem de fibra óptica
8.5.1.3 Configurações
8.5.2 Testes de equipamentos
8.5.2.1 Ferramentas de sistema
8.5.2.2 Analisadores de protocolos
8.5.2.3 Mecanismos de gestão
8.6 Outros equipamentos de rede
8.6.1 Repetidores
8.6.2 Conversores de meio físico (transceivers)
8.7 Conclusão
Bibliografia
CAP. 9 - PLANEAMENTO E PROJECTO
9.1 Introdução
9.2 Metodologia
9.2.1 Decomposição hierárquica
9.2.2 Planos de análise
9.2.3 Faseamento das actividades
9.3 Actividade 1: Análise de requisitos
9.3.1 Definição dos objectivos
9.3.2 Levantamento das necessidades
9.3.3 Identificação das condicionantes
9.4 Actividade 2: Planeamento
9.4.1 Estabelecimento do modelo de funcionamento
9.4.2 Definição da arquitectura lógica
9.4.2.1 Arquitectura das componentes LAN
9.4.2.2 Arquitectura das componentes WAN
9.4.3 Critérios para a definição da arquitectura lógica
9.4.3.1 Critérios de ordem económica
9.4.3.2 Critérios de ordem tecnológica
9.4.3.3 Critérios de ordem funcional
9.4.3.4 Critérios de ordem politica
9.4.4 Exemplo de definição da arquitectura lógica
9.4.4.1 Componentes LAN
9.4.4.2 Componentes WAN
9.4.4.3 Tecnologias
9.4.5 Caracterização de fluxos individuais
9.4.5.1 Caracterização de fluxos best-effort
9.4.5.2 Caracterização de fluxos adaptativos
9.4.6 Caracterização de fluxos agregados
9.4.7 Dimensionamento das ligações
9.4.7.1 Dimensionamento de débito
9.4.7.2 Dimensionamento de atraso
9.4.7.3 Dimensionamento de perdas
9.4.8 Exemplo de dimensionamento
9.4.8.1 Dimensionamento das componentes LAN
9.4.8.2 Dimensionamento das componentes WAN
9.4.8.3 Dimensionamento do acesso à Internet
9.4.9 Outros aspectos do planeamento
9.5 Actividade 3: Projecto
9.5.1 Parte 1: Ambiente de projecto
9.5.1.1 Objecto do projecto
9.5.1.2 Princípios orientadores
9.5.1.3 Arquitectura lógica
9.5.1.4 Estrutura física
9.5.2 Parte 2: Especificações
9.5.2.1 Componentes passivos
9.5.2.2 Equipamento activo
9.5.2.3 Equipamento de gestão e manutenção
9.5.2.4 Equipamento de segurança
9.5.2.5 Servidores de comunicações
9.5.2.6 Equipamento de voz
9.5.3 Parte 3: Instalação e verificação
9.5.3.1 Montagem de componentes passivos
9.5.3.2 Instalação de equipamento
9.5.3.3 Testes e certificação
9.5.4 Anexos: Medições, desenhos e orçamento
9.5.4.1 Medições
9.5.4.2 Peças desenhadas
9.5.4.3 Orçamento
9.6 Actividade 4: Assistência ao projecto
9.7 Actividade 5: Testes e ensaios
9.8 Conclusão
CAP. 10 - EXEMPLOS DE APLICAÇÃO
10.1 Introdução
10.2 Exemplo 1: Empresa de pequena dimensão
10.2.1 Definição de requisitos
10.2.1.1 Objectivos do projecto
10.2.1.2 Características gerais
10.2.1.3 Locais a abranger pela infra-estrutura
10.2.1.4 Integração de dados, voz e videovigilância
10.2.1.5 Caracterização das necessidades de segurança
10.2.1.6 Caracterização das necessidades de gestão
10.2.1.7 Caracterização das necessidades de disponibilidade
10.2.1.8 Identificação das perspectivos de evolução
10.2.1.9 Aspectos económicos
10.2.1.10 Condicionantes do projecto
10.2.2 Planeamento
10.2.2.1 Modelo de funcionamento
10.2.2.2 Definição da arquitectura lógica
10.2.2.3 Dimensionamento
10.2.3 Projecto
10.2.3.1 Parte 1: Definição do ambiente de projecto
10.2.3.2 Parte 2: Especificação dos materiais e equipamentos
10.2.3.3 Parte 3: Condições de instalação e verificação
10.3 Exemplo 2: Empresa de grande dimensão/Único edifício
10.3.1 Definição de requisitos
10.3.2 Projecto
10.3.2.1 Princípios orientadores
10.3.2.2 Descrição geral da rede estruturada
10.3.2.3 Especificação dos materiais e equipamentos
10.3.2.4 Especificação de condições de montagem
10.3.2.5 Especificação das condições de teste e certificação
10.3.2.6 Orçamento da obra
10.4 Exemplo 3: Empresa de grande dimensão/várias delegações
10.4.1 Descrição geral da infra-estrutura
10.4.1.1 Rede WAN
10.4.1.2 Rede da sede
10.4.1.3 Rede da filial
10.4.1.4 Rede das delegações regionais
10.4.1.5 Rede das delegações locais
10.5 Exemplo 4: Campus fabril
10.5.1 Descrição geral da infra-estrutura
10.5.1.1 Backbone da rede
10.5.1.3 Subsistema de acesso ao exterior
10.5.1.4 Gestão da rede
10.6 Conclusão
Bibliografia
número de páginas 508
formato: 17x24 cm
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