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DESCRIÇÃO
Para ser bem sucedida num mundo em constante evolução, a empresa deve demonstrar agilidade e criatividade para adaptar não só os seus produtos, mas também os seus métodos de gestão industrial. Este livro vai permitir-lhe descobrir ou aprofundar todas as abordagens modernas de gestão da produção e tornar a sua empresa mais eficiente..
Esta nova edição é elaborada no mesmo espírito que as anteriores. Integra todos os últimos avanços em matéria de gestão industrial, realçando as abordagens Lean Management e Supply Chain e os novos tipos de pacotes informáticos ERP, EAI... Trata igualmente abordagens mais tradicionais como a gestão dos stocks, a gestão dos dados técnicos, o MRP2, o just-in-time, o Kanban, a gestão pelos constrangimentos, os indicadores de desempenho e a implantação dos meios de produção.
TAMBÉM DISPONÍVEL:
- Apoio à Decisão em Gestão da Manutenção
- Organização e Gestão da Manutenção
- Gestão da Produção
- Balanced Scorecard para PME
- Gestão de Operações.
CONTEÚDOS
- Implantação dos Meios de Produção
- Previsão da Procura
- Métodos de Gestão de Projectos
- A Gestão de Stocks Tradicional
- Funções, Documentos e Dados Técnicos
- Gestão dos Recursos de Produção (MRP2)
- Método Kanban
- Do Just-in-Time à Lean Management e ao Six Sigma
- Gestão da Produção e Sistema de Informação
- A Supply Chain
- Implementação de um Projecto de Gestão Industrial
PÚBLICO ALVO
- Professores e estudantes do ensino universitário e politécnico
- Cursos de Engenharia e de Gestão
- Ensino Profissional
O(S) AUTOR(ES)
Renaud Cuignet
Certificado “Felow” do APICS-CFPIM (certified in Production and Inventory Management) , presidente, durante 6 anos, da Assembleia dos chefes de departamento OGP, fazendo parte da Comissão Pedagógica Nacional. Professor emérito da Universidade de Saboia (Laboratório LISTIC).
Maurice Pillet
Certificado como “Fellow” do APICS-CFPIM, ex-aluno do ENS Cachan, doutor agregado em engenharia mecânica no departamento de Organização e Engenharia da Produção na Universidade de Saboia, director de investigação no laboratório LISTIC da Universidade de Saboia. Consultor de numerosas empresas no domínio do desempenho industrial..
Chantal Martin-Bonnefous
Certificado como APICS-CFPIM, ex-aluno do ENS Cachan, professor agregado de economia e gestão no departamento de Organização e Engenharia da Produção, no IUT de Annecy. Consultor de numerosas empresas no domínio do desempenho industrial.
ÍNDICE
Capítulo 1
Introdução
1. Evolução da competitividade da empresa
2. Contexto da nova gestão da produção
3. Gestão da produção e fluxos
4. A gestão da produção e o aspecto financeiro
5. O lugar da gestão da produção na empresa
6. A gestão da produção e o aspecto humano
7. Conclusão
Capítulo 2
Implantação dos meios de produção
1. Tipologia de produção
1.1 Classificação em função da importância das séries de fabrico e da sua repetitividade
1.2 Classificação em função da organização do fluxo da produção
1.2.1 Produção contínua
1.2.2 Produção descontínua
1.2.3 Produção por projecto
1.2.4 Comparação entre a produção contínua e descontínua
1.3 Classificação consoante o relacionamento com o cliente
1.3.1 Venda a partir do stock
1.3.2 Produção por encomenda
1.3.3 Montagem por encomenda
1.3.4 Comparação entre a produção para stock e a produção por encomenda
2. Os diferentes modelos de organização da produção
2.1 Implantação em secções homogéneas
2.2 Implantação em linhas de fabrico
2.3 Implantação em células de fabrico
3. Concepção de uma unidade moderna de produção
3.1 Princípios básicos
3.2 Problemas das implantações em secções homogéneas
3.3 Separação das unidades de produção
3.4 Separação geográfica do fabrico de produtos diferentes
3.5 Descentralização das actividades de recepção e de expedição
3.6 Desdobramento de certas máquinas
4. Métodos de análise
4.1 Documentos a reunir
4.2 Gráfico de circulação
4.3 Fluxograma operatório
4.4 Análise do processo
4.5 Plano colorido
5. Métodos de resolução
5.1 A lógica e os métodos
5.2 Identificação das ilhas de produção
5.2.1 Método de Kuziack
5.2.2 Método de King
5.3 Método de disposição em linha
5.3.1 Método das precedências
5.3.2 Método das posições intermédias
5.4 Optimização - Método dos elos
6. Tecnologia de grupo
6.1 Razão da tecnologia de grupo
6.2 Sistemas de classificação
7. Conclusão
Capítulo 3
Previsão da procura
1. Objectivos e problemas da previsão da procura
1.1 Objectivo da previsão da procura
1.2 Elementos da escolha
1.3 Fontes de informação
1.4 Tipologia da procura
2. Métodos de previsão
2.1 Generalidades sobre os métodos de previsão
2.2 Métodos qualitativos
2.3 Métodos quantitativos
2.3.1 Representação gráfica
2.3.2 Método de decomposição
2.3.3 Método das médias móveis
2.3.4 Métodos de alisamento exponencial
2.3.5 Outros modelos matemáticos
3. Erros e incerteza das previsões
4. Conclusão
Capítulo 4
Métodos de gestão de projectos
1. Introdução
1.1 Funções da gestão de projecto
1.2 Objectivo da gestão de projecto
2. Método de Gantt
2.1 Apresentação da técnica Gantt
2.1.1 Critério de representação clássica do diagrama de Gantt
2.1.2 Modos de gestão das prioridades num diagrama de Gantt
2.1.3 Folga, escalonamento e sobreposição
2.2 Utilização industrial da técnica Gantt
2.3 Conclusão
3. Método PERT
3.1 Generalidades
3.2 Apresentação do método PERT
3.2.1 Metodologia de construção do PERT
3.2.2 Condições relativas à representação gráfica
3.2.3 Etapas da construção do PERT
3.3 Noção de multi-PERT
3.3.1 Redes de secções múltiplas
3.3.2 Redes de níveis múltiplos
3.4 O PERT-custo ou PERT-cost
4. Conclusão
Capítulo 5
A gestão de stocks tradicional
1. A problemática da gestão de stocks
1.1 Introdução
1.2 Diferentes tipos de stocks
1.3 Objectivo da gestão de stocks
1.4 Optimização do nível do stock
2. Classificação dos stocks
2.1 Necessidade de classificação
2.2 Classificação ABC
2.2.1 Princípio da classificação ABC
2.2.2 Estudo do método baseado num exemplo didáctico
2.3 Classificação ABC adaptada
2.3.1 Classificação combinada artigos/clientes
2.3.2 Classificação introduzindo categorias suplementares
3. Operações da gestão de stocks
3.1 Armazenagem
3.2 Gestão das entradas/saídas
3.3 Inventários
4. Quantidades económicas
4.1 Problemática e definições
4.1.1 Cálculo do custo de armazenagem S
4.1.2 Cálculo do custo de encomenda ou de lançamento L
4.2 Minimização do custo total C
4.3 O caso dos descontos
4.4 Custo económico e zona económica
5. Métodos de reaprovisionamento
5.1 Introdução
5.2 Método de reaprovisionamento fixo (período e quantidade fixos)
5.3 Método de recompletamento periódico (datas fixas, quantidades variáveis
5.4 Método do ponto de encomenda (quantidades fixas e datas variáveis)
5.4.1 Ponto de encomenda
5.4.2 Cálculo do stock de segurança
5.5 Aprovisionamento por datas e quantidades variáveis
6. Domínio de aplicação dos métodos tradicionais de gestão de stocks
6.1 Limites da gestão de stocks tradicional
6.2 Domínios de aplicação
7. Unidades de armazenagem
7.1 As diferentes zonas de um local de armazenagem
7.2 Principais sistemas de armazenagem
8. Conclusão
Capítulo 6
Funções, documentos e dados técnicos
1. Introdução
2. Funções e documentos
2.1 Função "Estudos" e documentos técnicos
2.1.1 Generalidades
2.1.2 Documentos iniciais
2.1.3 Documentos finais
2.2 Função "Métodos" e documentos técnicos
2.2.1 Generalidades
2.2.2 Documentos iniciais
2.2.3 Documentos finais
2.3 Função "Gestão da Produção" e documentos técnicos
3. Generalidades sobre os dados técnicos
4. Artigos
4.1 Definições
4.2 Informação relativa aos Artigos
5. Codificação dos artigos
5.1 Necessidade de codificação
5.2 Requisitos exigidos a um sistema de codificação
5.3 Alguns exemplos conhecidos de codificação
5.3.1 Código INSEE
5.3.2 Código dos departamentos franceses
5.3.3 Código dos países
5.3.4 Código EAN 13
5.4 Diferentes tipos de sistemas de codificação
5.4.1 Codificação descritiva ou analítica
5.4.2 Codificação não descritiva
5.4.3 Codificação mista
5.5 Prevenção e detecção de erros
5.6 Código de Artigo e documentação
5.7 Regras de intermutabilidade dos artigos
6. Nomenclaturas
6.1 Definições
6.2 Estrutura dos produtos e nomenclaturas
6.3 Outros tipos de nomenclaturas
6.4 Representação das nomenclaturas
6.5 Dados relativos às nomenclaturas
7. Postos de carga
7.1 Definições
7.2 Dados relativos aos postos de carga
7.3 Ferramentas
8. Gamas
8.1 Definições
8.2 Dados relativos às gamas
9. Outros dados técnicos
9.1 Dados relativos ao meio envolvente
9.2 Dados relativos à actividade
9.3 Dados históricos
10. Qualidade dos dados técnicos
11. Conclusão
Capítulo 7
Gestão dos recursos de produção (MRP2)
1. Gestão de stocks e MRP2
1.1 Limites dos métodos tradicionais de gestão de stocks
1.2 Estrutura global do MRP2
1.3 Princípio de Orlicky
2. Cálculo das necessidades líquidas (CNL)
2.1 Generalidades
2.2 Calendarização das necessidades
2.3 Mecanismo do cálculo das necessidades
2.3.1 Lógica do cálculo das necessidades
2.3.2 Primeiro exemplo do cálculo das necessidades
2.3.3 Segundo exemplo do cálculo das necessidades (dois compostos e um componente)
2.3.4 Terceiro exemplo do cálculo das necessidades (regra do nível mais baixo)
2.4 Diferentes tipos de ordens
2.5 Mensagens do cálculo das necessidades
2.6 Stocks de segurança
3. Plano industrial e comercial (PIC)
3.1 Definição e objectivo do PIC
3.2 Elaboração do PIC
3.3 Exemplo de um PIC
3.4 Cálculo global da carga ao nível do PIC
4. Plano director de produção (PDP)
4.1 Definição e objectivo do PDP
4.2 Calendarização do PDP
4.3 Exemplo de um PDP
4.4 Cálculo das cargas globais e exequibilidade do PDP
4.5 Medição dos desempenhos do PDP
5. Cargas detalhadas
6. Gestão das oficinas
6.1 Definição
6.2 Actividades durante a execução
6.2.1 Verificação e lançamento
6.2.2 Programação detalhada
6.2.3 Controlo da produção
6.2.4 Controlo e retroacção
6.2.5 Fecho das ordens
6.3 Condições de bom funcionamento
6.3.1 Princípios básicos
6.3.2 Qualidades do sistema de planeamento
6.3.3 Base de dados
6.3.4 Interface
6.4 Medição do desempenho
6.5 Controlo dos fluxos
7. Exemplo
7.1 Plano industrial e comercial
7.2 Cargas globais ao nível do PIC
7.3 Plano director de produção
7.4 Coerência entre o PIC e o PDP
7.5 Cargas globais ao nível do PDP
7.6 Cálculo das necessidades líquidas
7.7 Cálculo das cargas detalhadas
8. Regulação do MRP2
9. Conclusões
Capítulo 8
Método Kanban: do Kanban específico ao Kanban genérico
1. Introdução
2. Método do Kanban específico
2.1 Descrição de um sistema Kanban específico
2.2 Gestão das prioridades no Kanban específico
2.3 Características das etiquetas Kanban específicas
2.4 Do Kanban específico com etiquetas ao Kanban específico com espaços marcados no chão
2.5 Dimensionamento de um sistema Kanban
2.5.1 Capacidade de um contentor
2.5.2 Número de Kanbans
3. Método Kanban genérico e CONWIP
3.1 O método CONWIP
3.2 Descrição de um sistema Kanban genérico
3.3 Interesse da implantação de um sistema Kanban genérico
3.4 Limites da implementação de um sistema Kanban genérico
4. Condições de sucesso da implementação de um sistema Kanban, específico ou genérico
5. Implementação de um sistema Kanban
5.1 Vantagens do sistema
5.2 Coexistência MRP-Kanban
6. Conclusão
Capítulo 9
Gestão da fábrica pelos constrangimentos
1. Introdução
2. Os constrangimentos e a gestão das oficinas
2.1 Algumas notas prévias
2.2 Equilíbrio das capacidades e do fluxo
2.3 Nível de utilização de um posto não gargalo
2.4 Utilização dos postos gargalo e funcionamento do sistema de produção
2.5 Outros eixos da gestão pelos constrangimentos
2.5.1 Noção de lote de transferência e de lote de fabrico
2.5.2 Determinação do tamanho dos lotes de fabrico na gestão OPT
2.5.3 Determinação dos prazos de fabrico
2.6 A gestão da empresa
3. Implementação do sistema de gestão pelos constrangimentos
3.1 Etapas prévias
3.1.1 Formação do pessoal
3.1.2 Acções de progresso
3.2 Detecção dos gargalos
3.3 Gestão da fábrica pelos constrangimentos
4. Conclusão
Capítulo 10
Do just-in-time à Lean Management e ao Six sigma
1. Introdução
1.1 Historial da Lean Management
1.2 Princípios de base da Lean Management
1.2.1 Supressão dos desperdícios
1.2.2 Produção em fluxos tensos
1.2.3 Redução dos ciclos de desenvolvimento dos produtos
1.2.4 Uma atitude prospectiva em relação aos clientes
1.2.5 Gestão da qualidade
2. Ferramentas da Lean Management
2.1 Cartografia do processo
2.2 Melhoria dos tempos de mudança de série - Método SMED
2.2.1 Introdução
2.2.2 Método
2.2.3 Conclusão
2.3 TPM - Total Productive Maintenance
2.3.1 A TRS, uma medição do desempenho do posto de trabalho
2.3.2 O problema
2.3.3 Diminuição da taxa de avarias
2.4 Controlo da qualidade dos processos
2.4.1 Aspecto estático do domínio dos processos
2.4.2 Aspecto dinâmico do domínio dos processos
2.5 Os 5 S
2.6 Relacionamento com os fornecedores e subcontratados
2.6.1 Os problemas
2.6.2 Novo tipo de relacionamento com os fornecedores
3. Mudanças culturais associadas à Lean Management
3.1 A problemática da mudança
3.2 Factores da mudança
3.2.1 A comunicação
3.2.2 A formação
3.2.3 A motivação
3.2.4 Comunicação, formação, motivação, como fazer?
4. Conclusão
Capítulo 11
Medição do desempenho de um sistema de produção
1. Limitações dos sistemas de medição tradicionais
1.1 Introdução
1.2 Ineficácia do sistema tradicional ao nível da gestão da produção
1.3 Desempenho industrial e avaliação financeira
2. Indicadores de desempenho
2.1 Algumas definições
2.2 Indicadores de resultado e indicadores de processo
2.3 Criação de um sistema de indicadores de medição e de gestão
2.4 Características essenciais dos indicadores de desempenho
2.5 Implementação dos indicadores de desempenho
3. Conclusão
Capítulo 12
A supply chain
1. Introdução
1.1 Generalidades
1.2 Da logística à supply chain
2. Como definir a supply chain ou a "cadeia logística integrada e alargada"?
2.1 O conceito de logística
2.2 O conceito de supply chain, cadeia logística global
3. Supply chain e processo
3.1 Processos e abordagem teórica
3.2 Processos e abordagem prática
4. Funcionamento da supply chain
4.1 Ponto de partida da supply chain: o cliente final
4.2 O planeamento e a programação na supply chain
4.3 A supply chain e a evolução dos sistemas de informação
4.4 Supply chain e informações de gestão
5. Consequências deste modo de funcionamento
5.1 A virtualização das empresas
5.2 Os obstáculos encontrados
5.2.1 Clivagens internas
5.2.2 Clivagens externas
5.2.3 O predomínio do operacional
5.2.4 A ausência de um verdadeiro sistema de medição
5.2.5 O receio de uma mudança radical da organização
6. Conclusão
Capítulo 13
Gestão da produção e sistema de informação
1. Evolução da oferta de software
1.1 Introdução
1.2 Funções e limitações da informática
1.3 Âmbitos de aplicação na gestão industrial
1.4 Regresso à oferta tradicional
1.5 Evolução pela integração
2. Os ERP (Enterprise Resources Planning)
2.1 Definição
2.2 Funcionalidades e modularidade
2.3 Natureza da integração
2.4 Implementação e mercado dos ERP
3. Os MES (Manufacturing Execution System)
3.1 Definição
3.2 Funcionalidades
3.3 Oferta do mercado
4. Os APS (Advanced Planning and Scheduling)
4.1 Definição
4.2 Funcionalidades
4.3 Mercado dos APS
5. Os SGDT (Sistemas de gestão dos dados técnicos)
5.1 Definição
5.2 Funcionalidades de um SGDT
6. Conclusão
Capítulo 14
Implementação de um projecto de gestão industrial
1. Introdução
2. As chaves do sucesso
2.1 Regras fundamentais
2.2 Papel da Direcção
2.3 O chefe de projecto e o aspecto humano
2.4 Acompanhamento do projecto
2.5 Calendário do projecto
2.6 Aspecto financeiro
3. A metodologia de projecto GP
3.1 Introdução
3.2 Fase de diagnóstico e análise
3.3 Fase de escolha e estruturação do sistema de informação
3.4 Fase de escolha do pacote informático e implementação do novo sistema de gestão industrial
3.4.1 Escolha de um programa informático
3.4.2 Actualização dos dados técnicos
3.4.3 Implementação
3.5 Fase de exploração
4. Conclusão
Bibliografia
Índice remissivo
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